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Para baixo, para baixo como uma isca. Parado, pálido, engordando e fumando como um louco........e chorando nos espaços vazios.
Então chega a hora da ilusão. Triste, reprimido, e não deprimido. Conte-me um segredo. Baby vá para longe, para bem longe de mim, ou também te levo para baixo.
Sufocado, não te falo e não te conto meu segredo. Não venha comigo. Aja como um cavalo e dispare na minha frente.
Tenho sorte por não está confuso, e nem fugindo das conseqüências das minhas ações, até agora.
Então acredito numa luz que quer brilhar dentro de mim, então montarei no seu cavalo e falarei no seu ouvido:
- Leve-me daqui. Tenho gana de fugir.
Hora da ilusão, mas não estou confuso, odeio minha percepção e atenção, porém até o momento nunca encarei nada como um fim, Fênix ressurgida, como uma Ema que corre pelos sertões. Erguerei meus braços aos céus.