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Daqui se vê em pé
Dizem até
Que artemis o matou por amor
Mas eu não levo fé
Longe
Eu posso ser ninguém
Pois longe ser ninguém é ok
Novo chão velha constelação
Dá saudade de ouvir falar
Saudade de sentir
Saudade de te encontrar
Vai amanhecer
Aí que horas são?
Aqui faz tanto frio
Aí é verão
Vai amanhecer
Ah...eu tinha um vidão
Lua crescente
Daqui se vê um d
D de down, não leva a mal, por favor
Aqui tá zero grau
Dá preguiça de explicar
Saudade de sentir
Saudade de voltar
Um vazio tão perfeito, desfeitos os sonhos e com planos frustrados, rezo muito o desejo ainda não acabou.
O que há acima de nós? De onde vem este raio de luz? E para onde vamos?
Querendo o que eles querem, comendo o que eles querem, com os sonhos deles, com a mesma gana deles.
Quem vai nos ensinar a lutar com eles, com as razões deles.
Mais um dia para todos os sonhos.
Eu já ouvi tudo isso antes
Eu já ouvi tudo isso antes
Eu já ouvi tudo isso antes
Eu não quero ouvir, eu não quero saber
Por favor não me fale em arrenpendimento
Eu já ouvi tudo isso antes
E eu posso tomar conta de mim mesmo
Eu não quero ouvir, eu não quero saber
Por favor não diga “me perdoe”
Eu já vi isso tudo antes
E não posso mais agüentar
Eu não quero ouvir, eu não quero saber
Por favor não me fale em arrependimento
(Não se explique por que isso é tão baixo)
Eu já ouvi tudo isso antes
E eu posso tomar conta de mim mesmo
(Há coisas mais importantes do que ouvir você falar)
Eu não quero ouvir, eu não quero saber
Por favor não diga “me perdoe”
Desfaz-se os laços. Vida livre acrescentada de muitos sorrisos. Não vou conseguir sozinho.
Então novos planos e projetos vamos escrever? Aceito aquela sua proposta, esqueço as mágoas, desculpo-me pela ausência e pelas tolices.
Quer tentar?
Para baixo, para baixo como uma isca. Parado, pálido, engordando e fumando como um louco........e chorando nos espaços vazios.
Então chega a hora da ilusão. Triste, reprimido, e não deprimido. Conte-me um segredo. Baby vá para longe, para bem longe de mim, ou também te levo para baixo.
Sufocado, não te falo e não te conto meu segredo. Não venha comigo. Aja como um cavalo e dispare na minha frente.
Tenho sorte por não está confuso, e nem fugindo das conseqüências das minhas ações, até agora.
Então acredito numa luz que quer brilhar dentro de mim, então montarei no seu cavalo e falarei no seu ouvido:
- Leve-me daqui. Tenho gana de fugir.
Hora da ilusão, mas não estou confuso, odeio minha percepção e atenção, porém até o momento nunca encarei nada como um fim, Fênix ressurgida, como uma Ema que corre pelos sertões. Erguerei meus braços aos céus.